148 Anos Nossas Riquezas e Tradições: CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – RIO VERMELHO ESTAÇÃO

148 Anos Nossas Riquezas e Tradições: CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – RIO VERMELHO ESTAÇÃO

- in São Bento do Sul 148 anos. Nossas Riquezas e Tradições
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No início do século os moradores da região do atual bairro de Rio Vermelho Estação eram em sua maioria lavradores que exploravam a extração de erva-mate e o cultivo de milho,feijão, centeio,trigo,aipim e batatinhas.A partir de 1910 o bairro começou realmente existir como comunidade, em decorrência da construção do ramal São Francisco da Estrata de ferro São Paulo-Rio Grande, inagurarada e aberta ao tráfego.
Em 1913 também o corte de lenha passou a integrar as atividades dos agricultores. Puxada em carroças para o quadro da Estação, a lenha era usada como combustível nas locomotivas que naquele tempo faziam a tração dos trens.Mediante harmonioso entrosamento de preces e trabalho,a população de Rio Vermelho Estação conheceu dias de glória, do ciclo da erva-mate e da exportação de madeira serrada,principalmente pinho e imbuia.
Quanto a sua vida espiritual, houve dificuldades. A princípio os moradores se reuniam-se na escola do lugar,e ali faziam suas orações, lá uma vez ou outra aparecia um ministro para dizer missa.Na ausência dele o povo se deslocava aos domingos e dias Santos de guarda até a localidade de Rio Vermelho Povoado. Apesar da dureza da caminhada em dia de fortes geadas ou do desconforto da lama em dias de chuva, faziam-no abraçados na comunidade em entusiasmo e fé.
No ano de 1954 um pequeno grupo de habitantes da região, cansados da situação e contando com o apoio e o empenho dos ferroviários desencadearam um movimento visando a construção de uma capela própria. A primeira providência foi constituir uma “comissão Pro -Construção “o que aconteceu no dia 31 de Janeiro de 1954.
Com quanto a repentina e inesperada morte de seu presidente, Sr Henrique Schwarz.A comissão não se deixou abater,mostrando vitalidade e tomando conta da tarefa que lhe fôra atribuída,ela não só conseguiu, de pronto ,um terreno bem localizado como pouco à pouco levantou recursos pecuniários e uma série de materiais necessários à obra.
O Terreno foi doado em 13 de janeiro de 1955 por Theodoro Malinowsky e sua mulher Anna Malinowsky. A rede de viação Paraná-Santa Catarina doou 20 trilhos de ferro e 4 vagões de pedra de cantaria,grandes retangulares, usadas nos alicerces. Merecem citação também, as doações de materiais (tijolos e telhas)da indústria de cerâmica dos irmãos Engel.
No dia 22 de julho de 1956 vencidos e superados todos os percalços, tiveram início às obras.E no dia 10 de junho de 1962 elas foram dadas oficialmente por concluídas.
Coube ao Padre Fidélis Tomelim SCJ,de saudosa memória então vigário da Paróquia Puríssimo Coração de Maria e querido por todos os são-entendes,proceder mediante provisão do Bispo Diocessano,a bênção da capela,um marco de fé cristã na Vila diminuta.
Sua padroeira é “Nossa Senhora de Fátima “.Do alto do morro ela abençoa os moradores do bairro.
Entre os cidadãos e as empresas que mais contribuíram e deram a maior força para a construção da obra,além do Sr Theodoro Malinowsky e sua mulher Anna Malinowsky doadores do terreno,da rede de aviação Paraná-Santa Catarina e da firma Engel e Irmãos, já mencionados podemos citar:Emílio Engel_Sefredo Engel _João Bello_Theodoro Frick _Érico Sehlegel _José Rank_Paulo Hornik_Ludovico Frück_Gaspar Linzmeiyer _João Rank_Antônio Suehy_José Rodrigues da luz_João Koch_Paulo Wieinowsky_Lodowico Drewek_Carlos Hornik_João Stal_luis Alexandre Oszika_Geraldo Vicente_Levino Preisler_João Schuta_Paulo Müeller_Adolfo Linzmeiyer _Francisco Schuk_Francisco Rank_jacinto Berti_Paulo Zellner_Ernesto Hüttel_Ernesto Fendrick _Gerônimo Wieinowsky_José Früch_José Denk_affonso Liebel_Emílio Cziczek_Ladislau Sluminski_Antônio Dziedzejc_Victório Rhoder_Erhardt Muehlmann_Helmar Preisler_João Langa_Arnaldo Hilgenstieler _Sílvio Marcos do Nascimento _José Lilla_Otto Linzmeiyer _David Farz-Carlos Ozika_Carlito Rank_Romão Cieluzinski_Guilherme Kobus _Otto Denk-Alóis Linzmeiyer_Evaldo Liebel e Ernesto Schloegel.
Além de outros cujo nomes não nos ocorrem neste momento,também queremos lembrar todas as famílias e funcionários da empresa Irmãos Engel que foram responsáveis pela grande parte da mão de obra.
Com relação a parte da burocracia, merece referência o permanente zelo de Ernesto Fendrick.

Em 17 de março do ano de 1960 foi abençoada e assentada a pedra fundamental da Igreja dedicada a São José. Após 54 anos de história no dia 31 de agosto de 2014 ela foi elevada a paróquia, sendo compostas de 11 comunidades: Igreja Matriz São José Serra Alta, Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Bairro Rio Mandioca, Comunidade Santa Terezinha do Menino Jesus, localidade estrada dos Bugres, Comunidade Nossa Senhora Aparecida, localidade Sertãozinho, Comunidade São Wenceslau, localidade Bugger Strasse, Comunidade São Felipe Benício, localidade Vila Pilz, Comunidade São Bento Abade, loteamento Independência, Comunidade São Francisco de Assis, Bairro Schramm, Comunidade Nossa Senhora de Fátima, Bairro Rio Vermelho Estação, Comunidade Nossa Senhora Da Medalha Milagrosa, Bairro Rio Vermelho Povoado, Comunidade Jesus Ressuscitado, localidade de Rio Natal, Contamos com diversas pastorais entre elas Pastoral da Comunicação PASCOM,  Catequese, Pastoral Social, Pastoral Litúrgica, Pastoral Familiar, Pastoral da Criança e outras, Terço dos Homens, Apostolado da Oração. Seguimos nossos trabalhos com alegria e dedicação vivendo e promovendo o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Corria o ano de 1954 quando um pequeno grupo de habitantes da região se reuniu para a
construção de uma capela grande, maciça, firme, durável e bonita, harmonizando com o
crescimento do lugar.

A primeira providência foi a criação de uma “comissão pró-construção”, o que aconteceu no
dia 31 de janeiro de 1954, sendo os participantes: Henrique Schwarz, Jacinto Berti, Paulo
Wicinowsky, Ernesto Huettl, Francisco Rank, Theodoro Frick, Theodoro Malinowsky, Paulo
Zellner, João Stall e a comissão de construção passou a ser composta por: Emilio Engel,
João Bello, Theodoro Frick, José Rank, Paulo Hornick, Ludovico Frick, Erico Schlögl,
Gaspar Linzmeyer, João Rank, Geraldo Vicente, Levino Preisler, João Schuta, Jerônimo
Vicinowsky, Paulo Mueller, João Koch, Antonio Suchy, Francisco Suchy e Adolfo Linzmeyer.
O terreno foi doado em 13 de janeiro de 1955 por Theodoro Malinowsky e sua esposa,
Anna Malinowsky, conforme escritura pública de doação lavradas nas notas do Tabelião
Ernesto Jorge Diener (livro nº62, fls12), transcrita por inteiro no Livro de Tombo II da
Paróquia Puríssimo Coração de Maria, as fls 96-v e 97-v, sendo donatária a Mitra
Dioscesana de Joinville.
A rede de Viação Paraná-Santa Catarina doou 20 trilhos de ferro e 4 vagões de pedras de
cantaria, grandes, retangulares que foram utilizados nos alicerces.
Merecem também citação a Indústria Engel Irmãos, pelas doações de tijolos e telhas.
No dia 22 de julho de 1956 tiveram início as obras; e no dia 10 de junho de 1962 foram
concluídas.
Estas datas encontram-se gravadas no piso da entrada da capela.
Coube ao reverendo Pe. Fidelis Tomelin, SCJ, então pároco da paróquia, proceder
mediante provisão do bispo dioscesano, a benção da capela, um marco da fé cristã da vila.
Sua padroeira é Nossa Senhora de Fátima, que do alto do morro abençoa todos os
moradores do bairro.
Entre as pessoas que contribuíram para a construção, foram: Theodoro e Anna
Malinowsky, Emílio Engel, Sefredo Engel, Theodoro Frick, Erico Schlögl, Luiz Alexandre
Oszika, Ludowico Frick, Paulo Hornick, Antonio Suchy, José Rodrigues da Luz, João Koch,
Paulo Wicinowsky, Ludowico Dreveck, Carlos Hornick, João Cziceck e outros mais.
No ano de 2014, com a divisão da Paróquia Puríssimo Coração de Maria, a capela passou
a fazer parte da Paróquia São José, onde tem como pároco atual o Pe. Claudimir Borges

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