Duas relíquias na garagem que marcaram história

Duas relíquias na garagem que marcaram história

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São Bento do Sul

O tenente aposentado do exército, Jeferson Rodrigues Lima, residente no Parque Mariani em São Bento do Sul, mantém duas verdadeiras relíquias em seu casa, dois veículos Passat.

Natural de Florianópolis mas criando em Curitiba desde criança, Jeferson está há três anos em São Bento do Sul, encantado pela qualidade de vida, clima e por ser um município pacato.

O ex-tenente do NPOR de 1982 de Curitiba revela que sua experiência no exercito-lhe marcou para a vida toda. Ele atuou no quartel do Boqueirão e do município da Lapa. “Tenho orgulho e saudades de caserna NPOR de artilharia, todos os anos nos reunimos com as turmas que vão se formando”, revela.

Com a chegada em São Bento do Sul, e sua residência fixa decidiu há dois anos comprar um veículo para restaurar. Jeferson revela que sempre teve o sonho de ter um carro mais antigo e que pudesse ficar guardado, juntamente com o filho Gabriel seguiram em busca do sonho. Após pesquisar optaram pela compra de um Passat, já que na sua adolescência o veículo fazia muito sucesso entre a juventude.

A compra do Passat foi em Pomerode, ano 1979 TS, é verdade não estava lá aquela “máquina”, mas pai e filho decidiram pela compra, no valor de R$3.5 mil reais. O veículo atualmente é o terceiro dono. E passou por dois anos por restauração completa.

Jeferson explica que você reformar um veículo é uma coisa, a restauração já bem diferente, já que as peças devem ser originais de fábrica. A internet ajudou na compra de muitas peças

Jeferson faz parte do grupo Antigos da Serra, o que facilitou na compra e profissionais que realizaram a verdadeira transformação no veículo, que já ganhou a tradicional placa preta.

Todas as peças do Passat agora na cor verde, foram comprados originais e os melhores profissionais de São Bento do Sul cuidaram da lataria, estofamento e elétrica

Somente na parte da lataria a espera foi seis meses para que o veículo pudesse estar nas mãos do profissional. Segundo o proprietário a restauração completa do Passat TS ficou entre 35 mil a R$40 mil reais. Após o Passat verde chegou o segundo um Bege, que também está impecável, mas que não precisou de tanta restauração quando o primeiro.

A intenção de Jeferson é deixar o veículo para a família passando de geração em geração. “Criam carros novos, mas os antigos tem seu valor na história do Brasil”, revela

Jeferson conta que faz parte ainda do clube Amigos do Passat em Curitiba e ainda do Clube do Passat do Brasil e a tendência é que mais proprietários de Passat façam parte do clube. “Temos pessoas de todas as idades, os veículos representam história e capricho, por isso que devemos manter para que outras gerações possam ver de perto os veículos de décadas passadas”,

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