Acusado pelas mortes de Eloir Dreveck e Genésio Almeida é preso no Rio Grande do Sul

Acusado pelas mortes de Eloir Dreveck e Genésio Almeida é preso no Rio Grande do Sul

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Foragido utilizava identidade falsa e trabalhava na cidade gaúcha, segundo polícia. Júri dos réus pelo assassinato de Loir Dreveck, prefeito eleito de Piên, e de mais um homem, começou na terça-feira (21).
Foi preso em São Pedro do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (22), um dos acusados pelo assassinato do político paranaense Loir Dreveck, prefeito eleito de Piên, Região Metropolitana de Curitiba. O crime ocorreu em dezembro de 2016, semanas antes de Dreveck assumir o cargo. Além do político, outra pessoa foi morta, Genesio Almeida, técnico em segurança.

O júri dos quatro réus pelo crime começou na terça-feira (21), em Rio Negro (PR). Entre os acusados, estão o ex-prefeito de Piên, Gilberto Dranka, e o então presidente da Câmara, Leonides Maahs, considerados pelo Ministério Público como autores intelectuais dos assassinatos.
A defesa de Dranka diz que a acusação é “infundada”. Já o advogado de Maahs diz que não há provas da participação do cliente nos assassinatos.

Tentativa de Fuga
A BM recebeu informações de autoridades paranaenses e catarinenses sobre o paradeiro do réu. O foragido utilizava a identidade de outra pessoa e estava trabalhando na cidade gaúcha. Após abordagem, o acusado Amilton Padilha, apresentou uma identidade falsa e tentou fugir do local, foi contido pelos policiais militares.
Familiares das vítimas acompanham o júri no Paraná. “Nós esperamos há quase seis anos por justiça, não por vingança”, afirma a irmã do então prefeito eleito, Rosimeri Dreveck.

Entenda o caso
A vítima Eloir Dreveck viajava para Santa Catarina, pela PR-420, quando foi surpreendida por um motoqueiro e levou um tiro na cabeça. Dreveck morreu três dias depois, no hospital.
Segundo a acusação, o técnico de segurança Genésio Almeida foi morto por engano, no mesmo trajeto.
Gilberto Dranka foi encontrado pela polícia escondido no forro da casa em 31 de janeiro de 2017. O político foi prefeito do município de 2009 a 2016 e está solto, monitorado por uma tornozeleira eletrônica.

Delledone “Hamilton acusado de puxar o gatilho”
Não foi confirmado se Hamilton participaria do júri ou não, ele deve ser encaminhado num primeiro momento para algum presidio da região metropolitana de Porto Alegre. Surge a possibilidade dele participar do júri por videoconferência, ou ainda a justiça poderá determinar sua participação no júri que ocorre em Rio Negro.
O advogado do ex prefeito Gilberto Dranka , Cláudio Delledone, solicitou que Hamilton seja apresentado no júri. “Requeremos ao juiz que Hamilton seja apresentando para ser interrogado. Hamilton é acusado de puxar o gatilho no caso. É um momento decisivo”, revelou o advogado



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