“Foi o que sobrou da pista de caminhada na Vila Eichendorf”

“Foi o que sobrou da pista de caminhada na Vila Eichendorf”

- in São Bento do Sul
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sbsonline na Comunidade

Moradores da Vila Eichendorf estão revoltados com o poder público municipal, no que diz respeito a falta de manutenção da pista de caminhada, bem ao lado do entreposto do Mel.
A obra foi entregue à comunidade no governo Tureck, e de lá para cá o local ficou abandonado. “Estamos desamparados por esse governo”, disse o morador Gustavo Alves, 52 anos. Segundo ele, ele utilizava o espaço para caminhada diária, agora ele com sua esposa seguem pela Rodovia dos Moveis. “Isso é muito ruim quando o governo não da continuidade a obra para o bem do povo”, comenta
O mato tomou conta do local. De acordo com moradores foi mantido contato com a prefeitura no mês de setembro para realizar a melhoria, mas ninguém apareceu para resolver o problema. “Foi investido dinheiro público no local era um sonho da comunidade que agora virou pesadelo”, diz a moradora Márcia Alves, 37 anos.

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  1. Moradores da Vila Eichendorf estão revoltados com o poder público municipal, no que diz respeito a falta de manutenção da pista de caminhada, bem ao lado do entreposto do Mel.
    A obra foi entregue à comunidade no governo Tureck, e de lá para cá o local ficou abandonado.
    Os trechos acima fazem refletir sobre a última edição de 2017 de um jornal da cidade , com a foto da ponte estabelecendo a ligação com uma bonita e extensa área verde, indica a correção do açodamento ao construí-la, como um marco a definir a preocupação da municipalidade com o desenvolvimento profundamente integrado principalmente com o turismo o qual está merecendo o incentivo do poder público nessa e em outras iniciativas.
    Entretanto é preciso continua atenção eis que pode haver correntes que pretendam derrubar as áreas verdes (Gazeta 22 12 17 “Mais fiscalização”.).
    E a derrubada (ou extinção) de áreas verdes pode ser “rapidamente “ realizada pela ocorrência de poluição sonora
    Há inúmeros estudos tratando do caso, por exemplo, “Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade – Vol. 4: Congestas 2016 ISSN 2318-7603”.
    Na reportagem há menção a cobertura vegetal da área de influencia e sobre “a vida animal (fauna) _e sua interação com as plantas (flora”), mas nada de conclusivo sobre a importante questão da poluição sonora, preocupação agravada com a expectativa de iniciar as obras em 2019 com o objetivo de ajudar a desafogar o trânsito central.
    Um enfoque que pode provocar mais açodamento e trazer inúmeros prejuízos a São Bento do Sul. A sustentabilidade deve ser a preocupação básica em benefício inclusive das gerações futuras.
    O site http://isegnet.com.br/siteEdit/site/pg_secao.cfm?codsec=4&codsub=64 sugere a avaliação constante dos estudos da Transpão:
    “Estado da Técnica da Medição de Ruído Ambiental para Estudo de Impacto Ambiental (EIA – RIMA) / Medição de Poluição Sonora / Laudo de Poluição Sonora – Ref 3R Brasil Tecnologia Ambiental).
    Este trabalho mostra de forma clara e objetiva os processos de medição e as técnicas de análise que são negligenciadas nos EIA-RIMA elaborado por gestores e profissionais sem qualquer conhecimento na questão de poluição sonora, criando documentos pro-forma para “atender” meramente “os itens de estudo de impacto ambiental”, quando deveriam se basear na técnica, isto é, nos estado da técnica devido a se evitar subjetividades individuais. Verificam-se inclusive relatórios de nível de pressão sonora executados por empresas de execução de projetos acústicos (prepostos) e departamento de Universidades que fornecem dados pontuais sem análise por frequencia ou qualquer critério ou formato para que seja tomadas decisões ou se conheça a realidade da área do empreendimento. Não se pode mais permitir medições pontuais sem as análises por frequência e estatística dos níveis de pressão sonora ambiental (NPS), complementado com as medições contínuas para o período diurno ou noturno. Dependendo do tamanho do empreendimento os resultados devem ser acompanhados por mapas de ruído, ou seja, modelagens das curvas de NPS da situação atual e de como ficaria com ou sem as fontes de interesse ou devido as diferentes fases da obra/eventos, uma obrigação Legal, já que os estudos para impacto ambiental e na vizinhança é uma exigência Legal para o licenciamento e, portanto, são de domínio público devendo ser disponíveis para consulta. Além disso tudo, poluição sonora já é considerado crime ambiental, o que deixa as empresas , seus responsáveis e prepostos, numa situação de dívida perante a sociedade, podendo ser presos “

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