Aluísio Oliveira Antunes deixa prefeitura após duas décadas de bons serviços prestados

Aluísio Oliveira Antunes deixa prefeitura após duas décadas de bons serviços prestados

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Personagem da Semana

São Bento do Sul/Rio Negrinho

Aluísio Oliveira Antunes deixa prefeitura após duas décadas de bons serviços prestados

Mais conhecido como Gaúcho e torcedor do Grêmio, ele conta um pouco de sua vida com muita tradição e amizade
O agora ex-funcionário da Prefeitura de São Bento do Sul, Aluísio Antunes, pessoa bastante conhecida não somente em São Bento do Sul e região conta um pouco de sua vida, espaço que o portal sbsonline.com.br criou para valorizar as pessoas da região.
Antunes nasceu na roça, a infância foi trabalhar desde cedo. Ele conta que aos sete anos levantava às 05h para fazer o chimarrão sempre na companhia de seu pai, e depois seguia com os afazeres do sitio.
“Pouco tempo sobrava pra brincar, jogar bola somente aos domingos”, revela.
O Gaúcho como é mais conhecido é natural de Campo Belo do Sul, Santa Catarina filho de um cidadão catarinense que sempre usou bombacha, e uma Gaúcha natural de Vacaria no Rio Grande do Sul. .
Ele foi para a cidade estudar, aos 13 anos de idade, aos 18 foi trabalhar em uma loja de confecções. Foi trabalhar fora pra estudar mais. Voltou para sua terra para ser professor durante três anos.
Atualmente residindo em Rio Negrinho diz que foi por acaso, na cidade trabalhou em fabricas de móveis e, em áreas administrativas. .
Quando ainda soube do concurso na prefeitura de SBS, fiz tal concurso tive exito de passar em 1º lugar, fui chamado e assumi o cargo em 18/05/98.
Foto pitoresco, dois a moça que ligou pedindo pra nós notificar seu vizinho que galo dele cantava, e não a deixava dormir até mais tarde.
Quanto ao sentimento de dever cumprido, saio de cabeça erguida, com o troféu na mão, vitorioso pelo trabalho que prestei ao povo de São Bento do Sul. “Posso não ter deixado saudades, mas tenho certeza sentirei saudades.
Sempre encarei as coisas com muito realismo, fiz o que deveria fazer, e o que me determinavam a fazer dentro do que a lei permitia.
Aprendi muito com que trabalhei diretamente, sempre respeitando seus ideiais, sempre soube respeitar meus superiores, e colegas de trabalho.
Foi criado no meio do gauchismo, tanto nas lidas diárias,como nos costumes, jeito de ser, porque nossas lidas era no campo.
Quanto à família, tenho orgulho dela, tem quatro filhos, dois de antes do casamento, mas assumi ambos, dois com D. Marly, que ainda moram conosco, estão estudando. “Tenho tres netos, Sou feliz com minha família”, revela.
“Sinto-me orgulhoso da minha vida tanto familiar quanto o profissional. Não foi o melhor cidadão, nem o melhor funcionário, procurei ser, dei o melhor que pude, dentro das minhas possibilidades e conhecimento”, relaciona .

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1 Comment

  1. Paulo A Accorsi de Godoy

    Foto pitoresco, dois a moça que ligou pedindo pra nós notificar seu vizinho que galo dele cantava, e não a deixava dormir até mais tarde.
    ?
    https://www.conjur.com.br/2010-out-27/juiz-determina-galo-fique-preso-canto-nao-incomode-vizinho
    =
    TOQUE DE RECOLHER

    Galo de Copacabana deve se recolher às 22h
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    27 de outubro de 2010, 14h33
    Dentro de 40 dias, a contar desta terça-feira (26/10), o galo batizado de Natal vai ganhar um galinheiro, mas perderá a liberdade de ciscar das 22h às 6h no quintal de um casarão da Rua Santa Clara, em Copacabana (RJ), onde vive. A decisão é do 4º Juizado Especial Criminal do Rio de Janeiro, que determinou que o animal deve ficar preso em um galinheiro durante esse horário.

    Alvo de queixas de um vizinho, que reclama do canto do animal, o caseiro Elson Pereira Brasiliense disse que irá construir o espaço onde Natal ficará preso, em companhia de duas galinhas, informou o portal Clica Piauí. Mas seu advogado Leandro Nunes brincou dizendo que “isso não significa que ele vai parar de cantar até porque não podemos construir um galinheiro com proteção acústica”.

    “Não gostei da ideia de mantê-lo preso, mas vou cumprir com a minha palavra”, declarou o caseiro, contando que o vizinho incomodado levou a gravação com o canto do galo. “Mas o conciliador não quis ouvir”, disse Nunes.

    Nunes chegou a preparar uma defesa, baseado na Declaração Universal dos Direitos dos Animais, da Unesco. “Cada animal tem direito ao respeito, seria um dos meus argumentos. Mas chegamos a uma conciliação pacífica”, explica Nunes.

    A permanência de Natal em Copacabana agradou aos moradores. “Pensei que a Justiça determinaria que o galo fosse despejado”, comentou o comerciante Umberto Silva. Autor de abaixo-assinado com 150 nomes pela permanência do animal, Umberto contou que a história servirá de enredo para o bloco Galo da Santa Clara, que será lançado ano que vem.

    “O sambinha já tem até o refrão: quiseram calar o galo que o amigo me deu. Apesar da bordoada, o meu galo não morreu”, adiantou o comerciante.

    Segundo o jornal Extra Online, o cenógrafo Cesar Tadeu Catharino, autor da denúncia contra o galo de Copacabana, se diz aliviado. Mas disse que vai procurar por seus direitos novamente caso o galo continue a fazer barulho à noite.

    “Se ele parar de cantar de oito em oito segundos de madrugada, como já cronometrei, eu me dou por satisfeito. Já cheguei ao ponto de me fechar no quarto com minha mulher e meu filho pequeno para conseguir dormir. Não dá para conviver em plena Copacabana com um animal que deveria estar na roça. Se o galinheiro não adiantar, volto para a Justiça”, assegura Catharino.

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    Revista Consultor Jurídico, 27 de outubro de 2010, 14h33

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