Abel Hack alerta para uso de som automotivo próximo da capela mortuária.

Abel Hack alerta para uso de som automotivo próximo da capela mortuária.

- in Rio Negrinho
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Tratando de um problema que atormenta muitas pessoas em qualquer município e que muitas vezes vira caso de polícia, o Vereador Presidente Abel Hack (PSB) solicitou na Sessão Ordinária a instalação de placa de “Proibido som automotivo” nas proximidades da Capela Mortuária do Cemitério Parque da Colina, no Centro.
Abel se sensibilizou com a causa por se tratar de local que exige silêncio, como forma de respeito as famílias que velam seus entes. Assim sendo, solicitou ao Departamento de Trânsito (Detranrine) que proceda a instalação de uma placa de “Proibido Som Automotivo” nas imediações do referido local, para que, ao acionar a PM em caso de desrespeito o autor seja punido, ou pelo simples fato de o cidadão/motorista se conscientize que ali não é local apropriado para a prática de som alto.

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O CTB não define, portanto, qual o limite, mas atribui ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a incumbência dessa definição.
O Contran é o órgão máximo normativo do Sistema Nacional de Trânsito, e possui centenas de resoluções, muitas delas em que regulamenta dispositivos infracionais do CTB.
A resolução que dispunha sobre o limite de volume permitido nos aparelhos de som automotivo era a Nº 204/2006.
No final de 2016, ela foi revogada pela Resolução Nº 624/2016, que “Regulamenta a fiscalização de sons produzidos por equipamentos utilizados em veículos, a que se refere o art. 228, do Código de Trânsito Brasileiro – CTB”.
Novos critérios foram estabelecidos, e agora o agente de trânsito não precisa mais ter um decibelímetro (aparelho que mede a intensidade do som) para multar quem abusou do volume no som de seu veículo.

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