A Fé e devoção da dona Isoldi Miodutzki

A Fé e devoção da dona Isoldi Miodutzki

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Residente no bairro de Serra Alta, dona Isoldi mantem uma capelinha na frente de sua sua residencia

A Fé de dona Isoldi Miodutzki, residente no bairro de Serra Alta vai além de uma simples promessa, é uma história de vida e felicidade.
Para Dona Isoldi a presença de Nossa Senhora Aparecida chegou em sua vida em um momento importante, quando de sua gravidez de risco do filho Dionei. “Todo o parto foi com muitas bençãos e com muita saúde”, revela.
A construção de uma gruta ocorreu em 2002, na época do padre Irineu, que inclusive compareceu para dar as bençãos e inaugurar o espaço, que fica bem na entrada da residencia.
O marido Mariano foi quem construiu o espaço com a ajuda de toda a família. Foram duas semanas de muito trabalho até ela ficar pronta. “Está ali no mesmo local há mais de 15 anos”, diz orgulhoso.
Dona Isolde já participou de várias pastorais oficinas de oração e a família seguiu duas vezes para o santuário de Nossa Senhora Aparecida. “Foi uma emoção enorme, cada um tem que ter fé e acreditar”, revela dona Isolde.
Por ficar de livre acesso para a via onde a família reside, muitos moradores e pessoas que circulam pela rua vão ao local rezar e pedir proteção.
Aparição
Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo da Companhia de Jesus, em Roma: a história registrada pelos padres José Alves Vilela, em 1743, e João de Morais e Aguiar, em 1757, cujos documentos se encontram no Primeiro Livro de Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá.
Segundo os relatos, a aparição da imagem ocorreu na segunda quinzena de outubro de 1717] quando Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos, conde de Assumar e governante da capitania de São Paulo e Minas de Ouro, estava de passagem pela cidade de Guaratinguetá, no vale do Paraíba durante uma viagem até Vila Rica.

Homenagem
O povo de Guaratinguetá decidiu fazer uma festa em homenagem à presença de Dom Pedro de Almeida e, apesar de não ser temporada de pesca, os pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba com a intenção de oferecerem peixes ao conde. Os pescadores Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso rezaram para a Virgem Maria e pediram a ajuda de Deus. Após várias tentativas infrutíferas, desceram o curso do rio até chegarem ao Porto Itaguaçu. Eles já estavam a desistir da pescaria quando João Alves jogou sua rede novamente,em vez de peixes, apanhou o corpo de uma imagem da Virgem Maria, sem a cabeça.Ao lançar a rede novamente, apanhou a cabeça da imagem,que foi envolvida em um lenço.Após terem recuperado as duas partes da imagem, a figura da Virgem Aparecida teria ficado tão pesada que eles não conseguiam mais movê-la.A partir daquele momento, os três pescadores apanharam tantos peixes que se viram forçados a retornar ao porto, uma vez que o volume da pesca ameaçava afundar as embarcações Esta foi a primeira intercessão atribuída à santa.

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